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Centro Cirúrgico - Planejamento, Organização e Gestão





37.65€
ISBN - 9788576140573
Autor(es) - João Francisco Possari
Editora - Iátria
Ano de Edição - 2009
N º de Páginas -


N º de páginas: 288

4ª Edição

Ano de Edição: 2009


Descrição

A evolução da cirurgia ao longo do tempo, a necessidade de infra-estrutura básica, segurança pessoal e operacional, cuidados com o meio ambiente através da segregação de resíduos sólidos de serviços de saúde são assuntos tratados neste livro.
Apresenta uma abordagem técnica sobre a montagem da sala de operação e instrumental, anestesia e analgesia, recursos humanos e recursos materiais, sistematização da assistência de enfermagem além do treinamento e desenvolvimento da equipe de enfermagem.
Visando a qualidade da assistência, a quarta edição introduz novos temas como gerenciamento da programação cirúrgica, monitoração das causas de suspensão e cancelamento de cirurgias eletivas, planejamento da recuperação pós-anestésica e da assistência de enfermagem no período pós-operatório, complicações pós-operatórias, ações de enfermagem e indicadores de qualidade.
é recomendado aos estudantes, enfermeiros e demais profissionais da área.


Sumário

Parte I

Capítulo 1 - Centro Cirúrgico: Histórico, Finalidades e Importância no Contexto Hospitalar
1.1. Introdução
1.2. Finalidades do Centro Cirúrgico
1.3. Importância do Centro Cirúrgico
1.4. Referências

Capítulo 2 - Planejamento Estrutural do Centro Cirúrgico
2.1. Introdução
2.2. Localização do Centro Cirúrgico
2.3. Seções do Centro Cirúrgico
2.3.1. Seção de Bloco Operatório
2.3.2. Seção de Recuperação Pós-Anestésica
2.3.3. Seção de material ou de suprimentos
2.3.4. Seção de Centro de Material e Esterilização (CME)
2.4. Composição física do Centro Cirúrgico
2.4.1. Vestiários (masculino e feminino)
2.4.2. Conforto
2.4.3. Sala dos anestesiologistas/cirurgiões
2.4.4. Sala de enfermagem
2.4.5. Sala de recepção de pacientes
2.4.6. Sala de material de limpeza
2.4.7. Sala para guarda de equipamentos
2.4.8. Sala para armazenamento de material esterilizado
2.4.9. Sala de operação
2.4.10. Sala para depósito de gases medicinais
2.4.11. Sala de expurgo
2.5. Elementos de apoio técnico-administrativo
2.5.1. Apoio técnico
2.5.2. Apoio administrativo
2.6. Zoneamento do Centro Cirúrgico
2.6.1. área restrita
2.6.2. área semi-restrita
2.6.3. área não-restrita
2.7. Corredor duplo no Bloco Operatório
2.8. Fluxos no Centro Cirúrgico
2.9. Sistema de combate a incêndio no Centro Cirúrgico
2.9.1. Extintores
2.9.2. Sistema de hidrantes
2.9.3. Sistema de sprinklers
2.9.4. Sistema de iluminação de emergência
2.9.5. Escadas de segurança
2.9.6. Sinalização de segurança contra incêndio e pânico
2.9.7. Sistema de detecção e alarme de incêndio
2.9.8. Brigada de combate a incêndios
2.10. Referências

Capítulo 3 - Sala de Operação
3.1. Introdução
3.2. Dimensionamento das salas de operação
3.3. Requisitos básicos para garantir segurança e eficiência das técnicas aplicadas
3.3.1. Tamanho da sala de operação
3.3.2. Portas da sala de operação
3.3.3. Piso da sala de operação
3.3.4. Paredes da sala de operação
3.3.5. Teto da sala de operação
3.3.6. Janelas da sala de operação
3.3.7. Iluminação da sala de operação
3.3.8. Ventilação/ar condicionado da sala de operação
3.3.9. Tomadas
3.3.10. Rede de gases medicinais da sala de operação
3.3.11. Cor de referência dos gases medicinais
3.3.12. Manuseio, armazenagem e uso de cilindros de gases medicinais
3.3.13. Sistema de comunicação da sala de operação
3.3.14. Lavabo das salas de operação
3.4. Referências

Capítulo 4 - Equipamentos da Sala de Operação
4.1. Introdução
4.2. Equipamentos e acessórios móveis da sala de operação
4.3. Equipamentos fixos da sala de operação
4.4. Equipamentos utilizados na sala de operação
4.4.1. Aspirador de secreção elétrico
4.4.2. Aspirador ultra-sônico
4.4.3. Aparelho de anestesia
4.4.4. Artroscópio
4.4.5. Balão intra-aórtico
4.4.6. Bisturi de argônio
4.4.7. Bisturi elétrico ou eletrônico
4.4.8. Bisturi ultra-sônico
4.4.9. Bomba de circulação extracorpórea
4.4.10. Cardioversor ou desfibrilador
4.4.11. Colchão de água para hiper e hipotermia
4.4.12. Criogênico
4.4.13. Facoemulsificador
4.4.14. Foco cirúrgico
4.4.15. Fotofaro
4.4.16. Histeroscópio
4.4.17. Laser
4.4.18. Laparoscópio
4.4.19. Litotriptor
4.4.20. Manta térmica
4.4.21. Mesa de operação
4.4.22. Microscópio eletrônico
4.4.23. Monitor multiparamétrico
4.4.24. Robótica
4.4.25. Trepano/craniótomo
4.4.26. Vitreófago
4.5. Procedimentos relativos à aquisição de equipamentos para o Centro Cirúrgico
4.6. Segurança no manuseio de equipamentos no Centro Cirúrgico
4.7. Referências

Capítulo 5 - Recursos Materiais para o Centro Cirúrgico
5.1. Introdução
5.2. Previsão
5.2.1. Especificidade dos tipos de artigo
5.2.2. Características dos usuários
5.2.3. Frequência no uso dos artigos
5.2.4. Número de procedimentos
5.2.5. Local de armazenamento
5.2.6. Durabilidade do artigo
5.2.7. Periodicidade de reposição do artigo
5.3. Provisão de artigos do Centro Cirúrgico
5.3.1. Sistema de reposição por quantidade
5.3.2. Sistema de reposição por tempo
5.3.3. Sistema de reposição por quantidade e tempo
5.3.4. Sistema de reposição imediata por quantidade
5.4. Padronização dos artigos

5.5. Controle de estoque dos artigos
5.6. Processo de compra dos artigos
5.7. Fluxograma de materiais
5.8. Referências

Capítulo 6 - Dimensionamento de Pessoal de Enfermagem para o Centro Cirúrgico
6.1. Introdução
6.2. Dimensão ético-política do dimensionamento de pessoal de enfermagem
6.3. Histórico do dimensionamento de pessoal de enfermagem no Centro Cirúrgico
6.4. Projeção do quadro de pessoal de enfermagem para o Bloco Operatório
6.4.1. Etapas para a projeção do quadro de pessoal pela aplicação da equação geral
6.4.2. Etapas para a projeção do quadro de pessoal por intermédio de planilhas eletrônicas
6.5. Projeção do quadro de pessoal de enfermagem para a Recuperação Pós-Anestésica (RPA)
6.5.1. Alcalá et al
6.5.2. Brasil
6.5.3. Guimarães et al
6.6. Referências

Capítulo 7 - Treinamento e Desenvolvimento da Equipe de Enfermagem do Centro Cirúrgico
7.1. Introdução
7.2. Processo ensino-aprendizagem
7.3. Finalidades do treinamento e desenvolvimento da equipe de enfermagem do Centro Cirúrgico
7.4. Problemas gerados pela falta de treinamento e de desenvolvimento
7.5. Local de treinamento e desenvolvimento da equipe de enfermagem do Centro Cirúrgico
7.6. Itens de um programa de treinamento e desenvolvimento para equipe de enfermagem do Bloco Operatório
7.7. Itens de um programa de treinamento e desenvolvimento para a equipe de enfermagem da Recuperação Pós-Anestésica (RPA)
7.8. Avaliação do treinamento e do desenvolvimento da equipe de enfermagem do Centro Cirúrgico
7.9. Recomendações para o treinamento e o desenvolvimento da equipe de enfermagem do Centro Cirúrgico
7.10. Periodicidade do treinamento e do desenvolvimento da equipe de enfermagem do Centro Cirúrgico
7.11. Referências

Parte II

Capítulo 8 - Cirurgia
8.1. Introdução
8.2. Classificação das cirurgias
8.2.1. Classificação segundo a urgência cirúrgica
8.2.2. Classificação segundo o risco cardiológico
8.2.3. Classificação segundo o tempo de duração da cirurgia
8.2.4. Classificação segundo o potencial de contaminação da cirurgia
8.2.5. Classificação segundo a Associação Médica Brasileira
8.2.6. Classificação quanto à finalidade do tratamento cirúrgico
8.3. Referências

Capítulo 9 - Gerenciamento da Programação Cirúrgica
9.1. Introdução
9.2. Sistema não informatizado de gerenciamento da programação cirúrgica
9.3. Sistema informatizado de gerenciamento da programação cirúrgica
9.3.1. Módulo informatizado de agendamento de cirurgias
9.3.2. Módulo informatizado de suprimentos do Centro Cirúrgico
9.3.3. Módulo informatizado de faturamento e cobrança
9.4. Referências

Capítulo 10 - Monitoração das Causas de Suspensão e Cancelamento de Cirurgias Eletivas
10.1. Introdução
10.2. Taxas e causas de suspensão de cirurgia eletiva
10.3. Minimização da ocorrência de suspensão de cirurgias eletivas
10.4. Relação das causas de suspensão de cirurgias eletivas
10.5. Indicador de qualidade diante da suspensão de cirurgia eletiva
10.6. Assistência de enfermagem ao paciente diante da suspensão da cirurgia eletiva
10.7. Referências

Capítulo 11 - Anestesia e Analgesia
11.1. Introdução
11.2. Escolha do tipo de anestesia
11.3. Monitoração do paciente
11.4. Objetivos da anestesia
11.5. Profundidade da anestesia
11.6. Medicação pré-anestésica
11.6.1. Anticolinérgicos
11.6.2. Tranquilizantes
11.6.3. Hipnoanalgésicos
11.7. Tipos de anestesia
11.7.1. Anestesia geral
11.7.2. Anestesia loco-regional
11.8. Coadjuvantes da anestesia com medicamentos miorrelaxantes
11.8.1. Relaxantes musculares despolarizantes
11.8.2. Relaxantes musculares não-despolarizantes
11.9. Outras drogas utilizadas em anestesia
11.9.1. Antagonistas dos hipnoanalgésicos
11.9.2. Neurolépticos
11.10. Regressão da anestesia
11.10.1. Fases da regressão da anestesia
11.10.2. Estágios clínicos da regressão da anestesia
11.11. Segurança do paciente
11.12. Referências

Capítulo 12 - Posicionamento do Paciente para Cirurgia
12.1. Introdução
12.2. Tipos de posição cirúrgica
12.2.1. Posição decúbito dorsal
12.2.2. Posição decúbito ventral
12.2.3. Posição Fowler ou sentada
12.2.4. Posição litotômica ou ginecológica
12.2.5. Posição Jackknife ou canivete
12.2.6. Posição lateral ou SIMS
12.2.7. Posição Trendelenburg
12.3. Cuidados com o posicionamento do paciente no período operatório
12.4. Cuidados com o posicionamento do paciente no pós-operatório
12.5. Referências

Capítulo 13 - Nomenclatura Cirúrgica
13.1. Introdução
13.2. Objetivos da nomenclatura cirúrgica
13.3. Classificação da nomenclatura cirúrgica
13.4. Referências

Capítulo 14 - Tempo Cirúrgico e Instrumental Cirúrgico
14.1. Introdução
14.2. Tempos cirúrgicos
14.2.1. Diérese
14.2.2. Hemostasia
14.2.3. Exérese
14.2.4. Síntese
14.3. Instrumental cirúrgico
14.3.1. Instrumental de diérese
14.3.2. Instrumental para hemostasia
14.3.3. Instrumental para preensão
14.3.4. Instrumental para separação
14.3.5. Instrumental e material para síntese
14.3.6. Instrumental especial
14.3.7. Instrumental de campo
14.3.8. Instrumental laparoscópico
14.4. Referências

Capítulo 15 - Planejamento da Recuperação Pós-Anestésica
15.1. Introdução
15.2. Localização
15.3. Planta física
15.4. área da RPA
15.5. Elementos da unidade de RPA
15.6. Quantidade de leitos da RPA
15.7. Instalações, equipamentos e materiais da RPA
15.8. Referências

Capítulo 16 - Planejamento da Assistência de Enfermagem no Período Pós-Operatório
16.1. Introdução
16.2. Critérios para seleção dos pacientes a serem admitidos na RPA
16.3. Transferência do paciente da sala de operação para a RPA
16.4. Admissão do paciente na RPA
16.4.1. Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE)
16.4.2. Avaliação das condições de recuperação do paciente
16.5. Tempo de permanência do paciente na RPA
16.6. Alta do paciente da RPA
16.7. Transferência do paciente da RPA para o leito de origem
16.8. Alta do paciente submetido a procedimentos anestésico-cirúrgicos ambulatoriais
16.9. Referências

Capítulo 17 - Complicações Pós-Operatórias e as Ações de Enfermagem
17.1. Introdução
17.2. Complicações respiratórias
17.2.1. Hipoventilação
17.2.2. Obstrução das vias aéreas superiores
17.2.3. Broncospasmo
17.2.4. Pneumotórax e hemotórax
17.2.5. Hipoxemia
17.3. Complicações gastrointestinais
17.3.1. Náuseas e vômitos
17.3.2. Distensão abdominal
17.4. Complicações cardiovasculares
17.4.1. Hipotensão arterial
17.4.2. Hipertensão arterial
17.4.3. Arritmias cardíacas
17.4.4. Disritmias
17.4.5. Parada cardíaca
17.4.6. Hipovolemia
17.5. Complicações urológicas
17.5.1. Oligúria
17.5.2. Retenção urinária
17.6. Complicações metabólicas
17.6.1. Alterações ácido-base
17.7. Complicações hematológicas
17.7.1. Reações hemolíticas pós-transfusões
17.8. Complicações neurológicas
17.8.1. Agitação, excitação e delírio pós-operatórios
17.8.2. Convulsões
17.9. Outras complicações
17.9.1. Hipotermia (hipotálamo)
17.9.2. Hipertermia
17.9.3. Dor
17.9.4. Soluços
17.9.5. Hipertermia maligna
17.9.6. Calafrios/tremores
17.9.7. Alergia
17.10. Referências

Capítulo 18 - Infecção do Sítio Cirúrgico
18.1. Introdução
18.2. Infecção do sítio cirúrgico
18.3. Fatores de risco para aquisição de infecções do sítio cirúrgico e medidas de controle e prevenção da infecção
18.3.1. Riscos relacionados ao paciente
18.3.2. Riscos relacionados ao período pré-operatório
18.3.3. Riscos relacionados ao período intra-operatório
18.3.4. Riscos relacionados ao período pós-operatório
18.4. Coleta microbiológica
18.5. Referências

Capítulo 19 - Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória
19.1. Introdução
19.2. Objetivos da SAEP
19.3. Períodos da SAEP
19.3.1. Período pré-operatório imediato
19.3.2. Período transoperatório
19.3.3. Período de recuperação pós-anestésica
19.3.4. Período pós-operatório imediato
19.3.5. Período pós-operatório tardio
19.4. Registros dos cuidados de enfermagem perioperatórios
19.5. Referências

Parte III

Capítulo 20 - Limpeza da Sala de Operação
20.1. Introdução
20.2. Classificações das áreas do hospital
20.2.1. áreas críticas
20.2.2. áreas semicríticas
20.2.3. áreas não-críticas
20.3. Etapas da limpeza no Centro Cirúrgico
20.3.1. Limpeza preparatória
20.3.2. Limpeza operatória
20.3.3. Limpeza concorrente
20.3.4. Limpeza terminal
20.4. Limpeza da Recuperação Pós-Anestésica (RPA)
20.4.1. Limpeza de paredes, corredores, tetos, janelas, portas e pisos
20.4.2. Limpeza da unidade do paciente
20.5. Equipe de limpeza
20.6. Referências

Capítulo 21 - Segregação e Reciclagem de Resíduos Sólidos em Centro Cirúrgico
21.1. Introdução
21.2. Resíduos sólidos em serviços de saúde
21.3. Resíduos de sólidos em Centro Cirúrgico
21.4. Referências

Capítulo 22 - Biossegurança no Centro Cirúrgico
22.1. Introdução
22.2. Riscos de acidentes
22.2.1. Riscos físicos
22.2.2. Riscos químicos
22.2.3. Riscos mecânicos/ergonômicos
22.2.4. Riscos biológicos
22.3. Registro de acidente de trabalho
22.4. Precauções-padrão
22.4.1. Lavagem das mãos
22.4.2. Cuidados com material perfurocortante
22.4.3. Procedimentos invasivos
22.4.4. Equipamentos e acessórios
22.4.5. Equipamentos de proteção individual
22.5. Orientações gerais quanto à legislação trabalhista
22.6. Medidas preventivas para controle dos acidentes com perfurocortantes
22.7. Referências

Capítulo 23 - Acreditação em Centro Cirúrgico
23.1. Introdução
23.2. Acreditação no mundo
23.2.1. International Standards for the Care Continuum
23.2.2. International Standards for Medical Transport Provider
23.2.3. International Standards for Clinical Laboratories
23.3. Acreditação no Brasil
23.4. Objetivos do programa brasileiro de acreditação
23.5. Metodologia do processo de acreditação hospitalar
23.6. Padrões de avaliação do Centro Cirúrgico
23.6.1. Padrão 1 - Segurança
23.6.2. Padrão 2 - Organização
23.6.3. Padrão 3 - Qualidade e produtividade
23.7. Avaliação do processo
23.8. Validade da certificação
23.9. Resultados da avaliação
23.9.1. Acreditado pleno - Acreditação no nível 2
23.9.2. Acreditado com excelência - Acreditação no nível 3
23.10. Perfil dos avaliadores
23.11. Capacitação do avaliador
23.12. Referências

Capítulo 24 - Indicadores de Qualidade no Centro Cirúrgico
24.1. Introdução
24.2. Histórico da qualidade dos serviços de saúde
24.3. Avaliação da qualidade dos serviços de saúde
24.4. Definição de indicador
24.5. Classificação dos indicadores
24.6. Características básicas de um indicador
24.7. Escolha do indicador
24.8. Montagem de um indicador
24.9. Tipos de indicadores de qualidade no Centro Cirúrgico
24.9.1. Indicadores de estrutura
24.9.2. Indicadores de processos
24.9.3. Indicadores de resultados
24.10. Monitoração dos indicadores
24.11. Benchmarking de indicadores de qualidade de Centro Cirúrgico
24.12. Referências

Capítulo 25 - Organização do Centro Cirúrgico
25.1. Introdução
25.2. Equipes cirúrgica, anestésica e de enfermagem do Bloco Operatório
25.2.1. Equipe anestésica
25.2.2. Equipe cirúrgica
25.2.3. Equipe de enfermagem do Bloco Operatório
25.3. Perfil profissional e competência dos membros da equipe de enfermagem do Bloco Operatório
25.3.1. Perfil profissional do enfermeiro-chefe e do enfermeiro assistencial do Bloco Operatório
25.3.2. Perfil profissional do técnico ou auxiliar de enfermagem do Bloco Operatório
25.3.3. Perfil do instrumentador cirúrgico
25.4. Equipe multiprofissional da Recuperação Pós-Anestésica (RPA)
25.4.1. Anestesiologista
25.4.2. Enfermeiro-chefe da Recuperação Pós-Anestésica
25.4.3. Enfermeiro assistencial da Recuperação Pós-Anestésica
25.4.4. Técnico ou auxiliar de enfermagem da Recuperação Pós-Anestésica
25.5. Regimento
25.5.1. Conteúdo do regimento
25.6. Norma
25.7. Rotina
25.7.1. Informações que podem estar inseridas em uma rotina
25.7.2. Como avaliar uma rotina
25.7.3. Finalidade do regimento, normas e rotinas
25.8. Procedimento
25.9. Referências

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